terça-feira, 26 de abril de 2011
Familia
Minha mãe é um ser ímpar no mundo! Eu nunca tinha falado nada sobre ela antes no blog, mas hoje parei pra refletir mais sobre minha mãe. Digamos que ela foge totalmente aos padrões de "mãe" estabelescidos pela sociedade e ela é um misto de carinho e brutalidade bem dosada. Ela soube ser agreste nos momentos que eu mais precisava de uma mão amiga, e isso me tornou forte, frio e autosuficiente. E ela soube ser bem carinhosa nos momentos onde eu só precisava assistir TV, isso me tornou bem chato, pertubado e estressadinho. enfim, minha mãe é foda! e eu sou fã dela.
Já o meu irmão é um produto de todas as tendencias do mundo. O pivete tem um F5 na cabeça, que nao permite ao menino gostar de nada (ou quase nada) que é ultrapassado, diferentemente da minha pessoa que é a favor de tudo que é retrô! Ele por certas vezes me assusta, mas de vez em quando é bem divertido. Digamos que desde que eu fui morar fora, eu perdi a vontade de vendê-lo ou trocá-lo por alguma mercadoria. Meu irmão se mostrou um ser inteligente (e isso pra mim foi uma surpresa, acreditem), porém ainda necessita muito amadurecer o lado humano dele, digamos que há um Canion, entre o discusso e a pratica daquela criatura. :)
e assim chegamos ao meu segundo circulo familiar: Os irmãos que eu escolhi.
Não acredito que seja pela proximidade de idade, mas Bruno, Erica, Bianca, acredito serem o mais perto que eu tenho de irmãos nascidos em outras barrigas. Cada um é um ser singular, e me encanta a louucura presente nos 3. Até hoje, são as unicas 3 pessoas que conheço que os defeitos são passiveis de um dialogo aberto e produtivo (de Fato).
(continuo depois)
sábado, 26 de março de 2011
Perto dos 22, eu não passo dos 19.

Eu estou feliz por envelhecer, principalmente pelo modo como estou envelhecendo. Estou chegando aos 22 sem nunca ter usado nenhum tipo de entorpecente, psicotrópico, cometido nenhum desvio da conduta social por mim escolhida, e por nenhum desvio social estabelescida a mim como regra. Não, calma, esse não vai ser mais um texto chato. Até porque, gostaria de compartilhar com vocês essa citação: "Tal capítulo tinha como título “A gratidão”. Isso mesmo, a gratidão: de maneira coincidente a necessidade que eu tinha por ler algo a seu respeito, ao passo que de maneira paradoxal à minha postura, instantes atrás, que denotava total ingratidão, por enxergar a data natalina apenas como um simples “pressagio” para o fim de todo o homem (você até concordou: “todo mundo tá morrendo” (não que você seja ingrata, necessariamente)). O capítulo tratava da gratidão em sua abordagem mais profunda e “definitiva”: Gratidão por estar vivendo e por ter vivido. Gratidão pela possibilidade de continuar vivendo. Sem apego ao futuro e do mesmo modo, sem nostalgia. Só o “daqui”, sem que haja muito “pra frente”. Gratidão pelo que me é externo, haja vista que “Ninguém é causa de si, nem portanto (em última instância) de sua alegria”. Grato pelo momento, por poder compartilhar isso com você. Sem que haja algum tipo de pesar ou de reflexão em demasia."
Retirado de: http://malgradoseagrados.blogspot.com/
Voltando: Ainda no mês que nos abraça, tinha estabelescido planos em cima de planos alheios. Porém os ventos que definem os planos, são incertos e estes estão aptos a mudanças. A nossa mente deveria ser assim também. Venho a dias praticando a lei do desapego, que devido a algumas circunstâncias poderia ser benefica ao meu relacionamento, porém percebi que não a estou desenvolvendo bem. Tenho dito coisas que sinto, e coisas não tao eloquentes. Queria que fosse possível passar uma borracha no passado, pra não termos com o que comparar, quero viver na pratica o que penso na teoria, que o tempo é pra ser curtido, e nao discutido ou analisado.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
desejo
Me deixa pensativo.Mas não me deixa, fica
Aceita meus braços em torno do seu corpo
aceita meus beijos em sua nuca,
tornemos nosso sexo plural, dois.
Passa a noite comigo
Modifica o ar, o toque, o gosto
o gosto do seu corpo é forte
viciante e um tanto alucinógeno.
tal qual uma folha no rio, minha boca
teima em seguir suas gotas de suor
percorrendo o mesmo caminho
e vê onde desagua.
me afoga, faz amor comigo
torna essas quatro paredes testemunhas
daqui nenhuma imagem saí, e nenhum som pode ser ouvido.
se você me quiser, eu não pestanejo
eu me entrego a voce, me ponho em uma bandeja
me sirvo, te sirvo, nao te afastes.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Escalar.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Um pouco da sinceridade Costumeira

Me peguei hoje ouvindo um pouco da sinceridade costumeira da qual estou habituado a transcrever. Senti nos acordes a promessa de dias melhores. Pra esquecer a dor que os meus olhos deixam fluir, já que são incapazes de verter as lágrimas. Mas o tempo ruim já passou, não vou permitir mais que o amor que poderia chegar, venha a ser corroído por esse mundo em preto e branco, que cansa meu coração. A vida é um tanto quanto carcará para com os que resolvem gozar dela. Minha cabeça finalmente está começando a voltar pra o lugar, apesar de não saber qual o lugar realmente em que ela deveria estar. Eu sei que com as idéias antigas já não é possível, e necessário é mudar, me reinventar, e se possível renascer.
Acho lindo que todos me mandam lutar pelo amor verdadeiro, não deixar ele escapar assim. Será realmente verdadeiro esse amor? Afinal não o estou deixando, ele está. O amor não se corrompe, assim como seus hospedeiros. O homem quando se constrói em virtudes, transforma todo sentimento guardado em si em virtudes também. A sinceridade é uma virtude, a fé é uma ação virtuosa, e principalmente a imaginação. O homem sem imaginação não é nada. Transformar suas imaginações e devaneios das duas da madrugada em realidade já pode ser um tanto quanto complicado. Se o homem deixa a imaginação crescer a ponto de viver dentro dela, digno de pena é. Felizes são os sonhadores, que deixam os sonhos serem uma realidade alternativa, e fazem o que podem com aquilo que tem.
Eu não sou um fake. Não sou um personagem de desenho animado que cai de um precipício, levanta e sai andando sorrindo. Eu sou tento ficar minhas idéias no chão, igualzinho aos meus pés, pra me dotar de toda humildade presente e conseguir dizer mensagens simples, recheadas de esperança, e verdade. Afinal de contas, amigo sabe ser rude, sabe ser grosso, saber ser sincero, sem necessariamente dizer o que o outro quer ouvir ou pensar. Eu percebi ainda a pouco que eu tenho uma amiga, e que por vez sou amigo também. Esses dias minha amiga verde, estava com umas caraminholas na cabeça, tentando justificar uma atitude ruim em cima de uma especulação. Eu fui alvo de algo assim, não desejo isso pra ninguém. Consegui evitar essa atitude irracional dela, plantei os pés dela no chão junto aos meus, e fiz ela olhar pra dentro de si, e vê se realmente valia a pena. Eles estão bem, e deixaram o futuro pra amanha, afinal eles só podem viver o presente. Portanto meus camaradas, em tudo só podemos pedir um ato de sinceridade. E nos acostumar a passar essa virtude adiante, afinal essa é uma das virtudes que solidificam a confiança que é um dos tripés da amizade. E essa por sua vez não sobrevive isolada de reciprocidade e bem querer. É de costume abrir o coração nessas linhas, hoje eu só deixo pra vocês um sorriso aberto de alguém que viveu mais um dia, e que sabe que amanha viverá outro, e depois outros tantos. É bom saber que sentem minha falta, que me querem perto, que me desejam força, e que ficarão do meu lado pras minhas decisões. É bom saber que eu estou aprendendo a me concertar por dentro.
Fica então, um abraço da sinceridade costumeira.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Nota de aviso!

Eis o momento em que tudo isso acabou, me vi obrigado a pausar meus pensamentos, e me concentrar única e exclusivamente na Vendetta! ou se preferir na Vingança. Quando alguem machuca uma parte de mim, me corrói por dentro, e meus olhos não enxergam menos que a aniquilação. Não me interessa sua preguiça, seu transtorno bipolar, sua mania de perfeição ou suas chantagens! Eu vou lhe destruir, pedaço por pedaço eu vou esfarelar, e nem após a morte suas lembranças terão descanso. Eu vou lhe estudar, me doutorar em seus pensamentos, pois você é fraca, eu sou forte. O protocolo é obvio!
Eu vou cobrar jovem, centavo por centavo, e farei você se arrepender do instante em que ousou pensar em levantar um dedo contra mim, eu sou seu apocalipse pessoal, e em minha frieza calcularei todos os seus passos! eu sou a vingança, e os passos que ela dá.
E assim, vesti minha vilania nua com trapos rasgados das sagradas escrituras, e me fiz de santo quando da verdade, era o demônio!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Só deve ser sacanagem...
